Priorizando a segurança do paciente, Hospital Veredas implanta farmácias satélites

Com uma média de mais de 800 prescrições/dia, unidade passa a contar com 7 farmácias satélites e uma CAF (Central de Abastecimento Farmacêutico).

Tendo como base central dos seus valores a segurança do paciente, o Hospital Veredas faz mais um novo investimento: a descentralização total de sua assistência farmacêutica com a implantação de mais 3 farmácias satélites, sendo uma por andar, em funcionamento desde o final do mês passado.

Com uma média de mais de 800 prescrições/dia, o Hospital passa a contar com uma CAF (Central de Abastecimento Farmacêutico) e 7 farmácias satélites: nos Centro Cirúrgico e Obstétrico, Pronto Atendimento, Oncologia Pediátrica e agora mais três, sendo uma por andar.  No total a unidade conta com 18 farmacêuticos, 54 auxiliares de farmácia e 1 técnico administrativo.

“Já somos uma das principais referências em nosso estado e continuamos em pleno crescimento e modernização, tudo para oferecermos o conforto, a qualidade e a segurança que nossos clientes merecem. Por isto, além das mudanças estruturais da parte física, estamos otimizando também nossos processos e assim, nossa direção não mediu esforços para este grande investimento, que inclui desde estruturação física à profissional. Nossos parabéns a todos os envolvidos e agora esperamos colher os resultados”, avalia o presidente do Hospital, Edgar Antunes Neto.

Otimizando a assistência

De acordo com a coordenadora do serviço de farmácia do Hospital Veredas, Natalli Morais Acioli, antes a unidade dispunha de uma única farmácia central, que atendia a demanda e distribuía para todo o hospital. Daí surgiu a proposta das farmácias satélites por andar, visando otimizar a gestão do estoque e o seu monitoramento, e, consequentemente, a segurança do paciente.

Ainda segundo a líder do serviço de farmácia, com exceção da Casa da Criança, todas as farmácias satélites funcionam 24horas. Todas estão estruturadas para atender às demandas específicas de cada clínica, em cada andar, com a maior delas localizada no 1º andar, atendendo 60% da demanda do Hospital, para pacientes do SUS.

“Aqui a gente não diferencia o medicamento do paciente do SUS para o de convênios. Tudo aqui está para todos. O mesmo material, o mesmo medicamento e a mesma marca que vai para o convênio, para o SUS e para o particular, para todos, igualdade mesmo”, afirma Natalli.

Organizando a Central –  Além das farmácias satélites, outra grande conquista foi a estruturação e coordenação técnica da CAF, assumida há três meses pela farmacêutica Nair Fernanda Guimarães.

Considerada como o almoxarifado de medicamentos, é uma área específica, destinada às atividades de recebimento, armazenamento, distribuição e expedição de medicamentos e produtos em serviços de saúde a todo o Hospital. Ela é responsável pelo abastecimento de todas as satélites, a partir das respectivas solicitações.

“Inicialmente organizamos com a questão estrutural do armazenamento: local, sinalização, temperatura do ambiente, toda adequação seguindo as normas técnicas, desde o recebimento, armazenamento e distribuição, após dupla checagem. Estamos em construção também da parte técnica, pops (procedimentos operacionais padrão). Outra coisa nova foi a sala de medicamentos controlados, chave. Aos poucos estamos nos estruturando, tudo para garantir não só agilidade, mas principalmente a segurança aos pacientes”, explica Nair.

Próximos passos – A coordenadora da farmácia, Natalli, informa também que novos projetos estão em construção, a exemplo da farmácia clínica, com foco não na prescrição e sim no paciente, e a farmacovigilância, para acompanhamento e estudos de possíveis efeitos adversos proporcionados aos pacientes por medicamentos e ou correlato, que é chamado tecnovigilância.

“No meu ponto de vista, podemos dizer que mudamos da água para o vinho. Primeiro que as satélites são um marco. A gente sabe que não é algo fácil: estruturar o projeto, mostrar sua importância à direção e esta fazer um grande investimento, que é muito alto, mas necessário, visando o controle, inclusive financeiro. Sem contar no ganho principal que é a segurança para o cliente. Antes tínhamos 1 ou 2 farmacêuticos para atender todo o hospital, receber prescrições, mais de 800 dia, para triar. Hoje tudo sistematizado. Conseguimos visualizar os estoques de todas as farmácias e CAF.”, conclui Natalli.

 

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